Quarta Fev 20

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Saulo Duarte e a Unidade – ao vivo

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Frontman paraense acrescenta novas tonalidades em um Teatro do Paiol com poucos privilegiados

Saulo: improvisos e formação enxutaTexto por André Mantra (Cena Low-Fi)

Foto de Vinicius Grobelli (Tudo o Que Você Ouve)

Um grande show para (muitos) poucos. Até quando? Não sabemos explicar o porquê. De qualquer maneira, Curitiba presenciou há alguns dias (mais) um caso emblemático.

As expectativas em torno de uma apresentação musical ficam, em resumo, que ela seja ao menos “boa”. Mas o que faz um show ser realmente marcante? Se for positivamente, vários os aspectos contribuem. Contudo, para o contrário, basta um. Pois bem, naquela sexta-feira 21 de outubro de 2016, no Teatro Paiol, não houve nada mais incômodo que constatar que no evento havia apenas 35 pagantes entre 45 espectadores – se considerarmos, de forma intuitiva, quem de fato pagou para ver o excelente grupo Saulo Duarte e a Unidade nessa ocasião.

SDU estavam a defender o seu terceiro álbum autoral intitulado Cine Ruptura (YB/Natura Musical), lançado apenas há três meses. Alias, ganhar o edital da Natura tem sido, estranhamente, um verdadeiro reconhecimento/marco aos artistas brasileiros do meio musical – o que em si já seria um atrativo para mobilizar um público maior; afinal, para conquistar financiamento do disco, a visibilidade do artista ou o seu potencial para tal sempre são levados em conta. Some ainda o fato de que três produtoras estavam envolvidas no evento (Santa ProduçãoFineza Comunicação e CulturaScubidu Music). O local, o belo e místico Teatro Paiol, é reconhecido por ser um local indicado para acolher os novos e atuais nomes da música brasileira, especialmente do seu cenário independente. Também não foi por falta de esforço: apesar do vocalista paraense Saulo Duarte, ser em si a atração, sabe-se que ele é acompanhado em toda a concepção do trabalho por mais seis músicos, vieram apenas três.

Com cerca de oitenta minutos de duração, o set list apresentou parte das canções dos três álbuns lançados entre 2012 e 2016 (Saulo Duarte e a Unidade, Quente e Cine Ruptura) e dois covers (“Passarinho”, de Curumin, e “Brilho de Beleza”, clássico do axé baiano tocado de improviso). As novidades de Cine Ruptura trouxeram equilíbrio na dinâmica do show a partir desta nova turnê. Antes, o repertório era marcado por canções muito alegres à base do reggae e guitarradas basicamente. Hoje esses lados ainda permanecem, mas se misturam com outras tonalidades musicais mais sóbrias.

Através desta nova ordem fica ainda mais fácil perceber a presença de palco de Saulo, sua capacidade de improvisar sem comprometer os seus músicos, sua verve de hitmaker. É, enfim, uma figura que não podemos perder de vista. Mesmo num formato mais enxuto (um quarteto ao invés do septeto original), a qualidade na execução das músicas foi mantida em alto nível.

No Paiol, a proximidade dos espectadores com a atração no palco é muito grande. A plateia nem precisava ser mais participativa do que foi nesta noite. Entretanto, precisava ter sido maior, já que há muitas pessoas envolvidas em um simples evento e a presença do público é peça fundamental para que não só apenas grandes atrações (e aquelas mais “fáceis”) compareçam na capital paranaense.

Por outro lado, fica evidente que não temos políticas públicas eficientes para manter uma cultura de consumo de arte independente. Precisamos repensar e muito a respeito disso.

Set List: “Meu Sangue”, “Na Terra Vermelha”, “Arrebol”, “Angorá”, “Na Cia dos Seus”, “Me Dei Conta”, “Essa Força”, “Claridade”, “Dos Olhos em Diante”, “Quem Quer Que Seja”, “Passarinho”, “Uma Música”, “Interlúdio Zonzon”, “Flores Pelo Ar”, “Mistério no Olhar”, “Brilho de Beleza” e “Manda Ela Comprar um Iglu”.

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