Quarta Fev 20

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New Order – ao vivo

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Banda volta ao Brasil para divulgar novas faixas e fazer a festa de quem só queria dançar com a nostalgia

Bernard Sumner novamente por aqui, levando a pista de dança ao palcoTexto de Lizandra Pronin e foto de Edi Fortini (publicadas originalmente em Território da Música)

Passava um pouco das 23h da quinta-feira, primeiro dia de dezembro de 2016, quando, depois de um set de DJ que pareceu interminável, o New Order deu início à sua apresentação no palco do Espaço das Américas, na capital paulista. O telão exibia cenas de mergulho, antecipando o mergulho que o público faria na música dançante, porém intensa, do New Order, uma música eletrônica com banda completa no palco e uma sensação de nostalgia do final dos anos 80 percorrendo a plateia.

A banda entrou no palco com o baixo marcante de “Singularity”, música do mais recente disco, Music Complete. E ouvir o baixo logo de cara já remetia a Peter Hook, que deixou a banda em 2011, mas que continua no DNA do New Order – as linhas e baixo da música da banda são seu esqueleto, aquilo que as sustenta. Mas não era Hook que estava lá sob as luzes que simulavam uma pista de dança. Hook estava por perto, no entanto, logo ali, no io de Janeiro, fazendo sua apresentação, sua versão de New Order – o músico veio o país com a turnê Substance, cujo show reproduz o disco de mesmo nome, lançado em 1987, duplo, em sua primeira parte tocando New Order e a segunda com músicas do Joy Division (leia mais aqui sobre este show).

Agora é Tom Chapman quem comanda os graves do New Order. A banda tem Gillian Gilbert, Stephen Morris e Bernard Sumner da formação original, além de Phil Cunningham, que se juntou ao New Order em 2001 e os veteranos dão a Chapman espaço de destaque, na frente do palco, sob as luzes. É verdade que parte do público não se dava conta disso, talvez nem pensassee nisso, já que estava lá apenas para se divertir lembrando das faixas de sua adolescência (na pista Premium, a faixa etária era pelo menos dez anos maior do que na pista comum) e pouco importava quem estivesse no contrabaixo. Para alguns, aliás, parecia pouco importar que haja alguém no palco. Havia pessoas conversando em grupos de amigos, alguns, de costas para a banda, como se o som fosse mecânico ou algum DJ estivesse lá soltando a batida e o groove apenas apertando o play. Cada um se diverte do seu jeito.

Como a boa “Singularity” é das novas faixas, então a empolgação de boa parte da plateia se devia, provavelmente, mais ao fato do show ter começado do que a canção especificamente. E enquanto a banda tocava a música, o telão ao fundo do palco exibia cenas do documentário B-Movie: Lust & Sound in West Berlin (1979-1989), de 2015, que fala sobre a música, a arte e o caos na Alemanha Ocidental nos anos 80 e conta com participação de Nick Cave. Mais do que apropriado para completar o clima nostálgico.

Havia uma satisfação enorme – e isso era pessoal, mas podendo apostar que era um sentimento compartilhado por boa parte dos fãs – em presenciar um show de música eletrônica com uma banda de verdade (sim, existiam algumas bases pré-gravadas, mas a música acontecia ao vivo no palco em sua maior parte) e com alguma mensagem, algo que vá além do simples “dont think, just dance” (lembrando que “Singularity” tem produção do chemical brother Tom Rowlands, que tem um inegável e não negado approach don't think). Pelo menos para quem não quer só comida, diversão e balé, mas quer saída para qualquer parte, esse conjunto audiovisual promovido pelo New Order é o tipo de alimento apreciado.

Mas sigamos com o relato do show. Depois da abertura, Bernard Sumner falou brevemente com o público, como fez em outros momentos, dizendo que era bom estar em São Paulo e que a banda amava a cidade. Discurso clichê e sempre funcional. Veio a primeira das antigas, “Regret”, reconhecida logo de cara. A ela se seguiu “Restless”, outra do Music Complete. E a apresentação foi intercalando as novas e as antigas, para não deixar o público esfriar.

O repertório ainda teve “Bizarre Love Triangle”, “The Perfect Kiss”, “True Faith”, “Blue Monday” e  “Temptation" (com direito a globo de luz no teto do palco), para citar as antigas. Mais “Plastic” e “Superheated“ das novas – esta última, encerando o show depois do bis.

Aliás, é preciso falar do bis. “Decade” homenageou Ian Curtis, vocalista do Joy Division, banda que deu origem ao New Order – Curtis se enforcou aos 23 anos de idade, no dia 18 de maio de 1980, quando a banda estava prestes a embarcar em sua primeira turnê pelos EUA. A emoção aumentou ainda mais com “Love Will Tear Us Apart”, do Joy Division, com mais imagens de Ian no telão.

Depois da animada “Superheated”, o New Order deixou o palco aproveitando o trecho final da letra, cujo verso "Now that it's over" (“Agora acabou”) é repetido seis vezes. Passava da uma da manhã quando a noite fria da rua Tagipuru recebeu os oito mil e quinhentos fãs satisfeitos e superaquecidos pelo New Order numa busca frenética por uber e táxi para chegarem às suas casas.

Set List: “Singularity”, “Regret”, “Academic”, “Crystal”, “Restless”, “Your Silent Face”, “Tutti Frutti”, “People On The High Line”, “Bizarre Love Triangle”, “Waiting For The Siren’s Call”, “Plastic”, “The Perfect Kiss”, “True Faith”, “Blue Monday”, “Temptation”. Bis: “Deacde”, “Love Will Tear Us Apart” e “Superheated”.

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