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Thor: Ragnarok

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Em novo filme do deus nórdico, Marvel aposta na comédia sem deixar de lado as cenas de ação

Thor (Chris Hemsworth) já de cabelo curto e o gigante Hulk (Mark Ruffalo)Texto por Amanda Aouad (originalmente publicado em CinePipocaCult)

Foto: Marvel/Disney/Divulgação

Não se pode negar: Thor: Ragnarok (EUA, 2017 – Marvel/Disney) é competente naquilo que se propõe, ser um filme de comédia com ação. Você pode alegar que Thor é um deus nórdico, que sempre foi apresentado como um herói sério nos outros filmes e que mudaram isso ou aquilo da mitologia. Mas se o próprio Stan Lee surge em cena para literalmente cortar o cabelo da personagem quem somos nós para reclamar?

Há uma escolha clara dos estúdio Marvel pela comédia nos cinemas. Foi assim que eles ganharam público e se tornaram uma das maiores franquias da história – não por acaso Tony Stark se tornou seu herói mais popular na tela grande. E eles são competentes nessa estrutura, ainda que exista o risco do cansaço e da repetição. Por enquanto, ainda não desgastou a fórmula.

O filme brinca com tudo, inclusive com essa mudança de comportamento das personagens – vide uma conversa entre Thor e Hulk, na qual um diz que o outro passou muito tempo com Tony Stark. Thor se leva a sério, mas parece mais leve e disposto a entrar no jogo. A primeira sequência demonstra muito bem isso, quando ele se faz de bobo e ironiza o vilão que deveria ser temido. Mas ele continua impulsivo e acreditando no herói que é. Ainda que com muitas piadas, o filme não desacredita o poder do deus do trovão. Pelo contrário, faz questão de reforçar nas cenas de ação sua habilidade única.

Se tem uma personagem que se descaracteriza aqui é Loki. Ainda que Tom Hiddleston continue ótimo, o vilão se tornou praticamente descartável, servindo apenas de escada para Thor em alguns momentos. Nada nele faz muito sentido. E a personagem carece de um arco próprio dentro da trama. Com a chegada de Hela, ele perde o posto de vilão, mas também não consegue ser totalmente herói, se perdendo em piadas internas e poucos momentos de ação.

Já Hela, ainda que com mudanças em relação à sua própria origem, cumpre sua função. Não há nuanças em sua personagem, construída aqui como a vilã unidimensional e isso prejudica um pouco a atuação de Cate Blanchett – o próprio trejeito do cabelo se torna uma muleta over. Porém, a apresentação e curva da personagem são coerentes, dando uma dinâmica ao roteiro que não faz perder de vista o principal objetivo de Thor, que é manter o seu povo a salvo.

Em meio à dinâmica frenética com muitas lutas, efeitos especiais e piadas, há espaço para refletir sobre a situação de Asgard e seu povo. E isso traz camadas interessantes ao roteiro. As cenas da população se escondendo em cavernas, por exemplo, são fortes, assim como a frase que traz a resolução da trama. Nos faz refletir sobre as vítimas das diversas guerras e ditaduras que perpassam o mundo. A questão dos refugiados, do medo das consequências, da luta pela sobrevivência. Nada disso é negligenciado aqui.

O diretor Taika Waititi consegue nos manter entretidos durante mais de duas horas de projeção e isso não é pouca coisa. As cenas de ação são dinâmicas e bem orquestradas. A luta entre Thor e Hulk é divertida e tensa ao mesmo tempo. A maneira como ele trabalha as cores e os tons claros ou escuros também chama a atenção, principalmente ao acompanharmos a transformação de Asgard

Thor: Ragnarok pode não ser o filme de Thor que se espera, mas segue uma linha bem sucedida que a Marvel lançou nos cinemas e funciona. É possível compreender a proposta e acessar camadas dentro da trama. Ainda que o risco do cansaço exista, temos mais um sucesso dos estúdios, sem dúvidas. Descartável mesmo só a participação de Loki, uma ótima personagem aqui subaproveitada, e o 3D, que não diz a que veio.

Ah, claro! Como já aprendemos, filme da Marvel tem cena pós-créditos. Aqui há duas, uma depois da primeira parte e outra no final de tudo.

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