Domingo Nov 18

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Liga da Justiça

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Reunião de clássicos heróis da DC escapa do desastre completo mas não passa de entretenimento raso

Acima, Flash (Ezra Miller), Batman (Ben Affleck) e Mulher Maravilha (Gal Gadot); abaixo, pela ordem, Aquaman (Jason Momoa) e Cyborg (Ray Fisher)Texto por Abonico R. Smith

Fotos: DC/Warner/Divulgação

Se existia um filme que tinha tudo ele se chamava Liga da Justiça (Justice League, EUA, 2017 – DC/Warner). Antecedida por uma série de desastres na tentativa de transpor os grandes heróis da DC Comics para as telas nos últimos anos, a reunião das grandes estrelas da casa em uma única obra era vista com desconfiança pela maioria dos fãs do mundo dos super-heróis. Com a Marvel dando um banho de qualidade e bilheterias enquanto a rival patinava com Batman e Super-Homem, as notícias mais recentes também não vinham sendo nada animadoras.

Primeiro, em março deste ano, veio a notícia de que o diretor Zack Snyder, responsável também por gerenciar as produções deste novo Universo Expandido da DC nos cinemas, afastou-se dos bastidores em decorrência do suicídio de sua filha de 20 anos de idade. Joss Whedon, que dirigira com sucesso as duas produções dos Vingadores para a Marvel, foi chamado para concluir o serviço e reescrever várias partes do roteiro. DeCom isso, o processo de refilmagem, algo até certo ponto rápido e corriqueiro para um filme blockbuster do gênero, acabou se arrastando por dois meses e custando a exorbitância de 25 vilhões de dólares para a Warner, quantia que equivale (ou até ultrapassa) o orçamento de outros filmes inteiros. Neste meio-tempo muito se discutiu também a respeito do “bigode” do Homem da Aço, já que o ator Henry Cavill não pode mais mudar o visual já adotado para o sexto longa da série Missão Impossível (e que, claro, acabou sendo excluído por meio da intervenção digital).

O sucesso do primeiro filme solo de Mulher Maravilha, no meio do ano, seriu um pouco para devolver os tons de otimismo e esperança. Mas restava a dúvida: se a primeira reunião de Batman, Super-Homem e Mulher Maravilha saiu bem aquém do esperado, como ficaria a trinca de novo em cena, desta vez com o acompanhamento de outros importantes heróis da casa (como Flash e Aquaman)?

As expectativas acabaram entre os dias 15 e 17 de novembro, quando Liga da Justiça estreou em todo o mundo. E, bem, se está muito longe de ser a oitava maravilha do universo cinematográfico, também passou longe da decepção, como muita gente já poderia esperar. O trabalho de Whedon e Snyder funciona como mero entretenimento de ocasião. Vai encher os olhos dos nerds menos críticos com as suas cenas de ação (onde não falta o abuso da câmera lenta, algo característico das obras de seu diretor original). Fãs de heróis mais antigos vão saudar as estreias nas telas de Aquaman e Flash, embora estes ainda estejam relegados à função de meros coadjuvantes. Aqueles que gostam de fugir da tradição vão adorar a presença de Cyborg (uma jovem revelação do futebol americano que depois de ter seu corpo parcialmente destruído em um acidente de automóvel é reconstruído pelo pai cientista com componentes tecnológicos substituindo parte da massa física perdida), este um novato na Liga da Justiça, já que nos quadrinhos começou atando em outra equipe, os Novos Titãs.

Mas como juntar seis súperes (mais um tanto de “pontas de luxo” se somar as criaturas que vêm a reboque do universo particular de cada um dos heróis) em uma trama de apenas duas horas? A resposta é simples e certeira: construindo um roteiro raso, quase sem deixas para questões paralelas ou até mesmo longas futuros. Os atores que vestem os uniformes dos salvadores da Terra também não precisam de muita profundidade na arte da interpretação (sorte de Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot e sobretudo o brucutu musculoso Jason Momoa). Já o vilão é um fiasco de presença na tela. Steppenwolf é uma caricatura risível de ser apocalíptico, que, com uma máscara de CGI digna de dar pena e liderando uma legião de minions voadores em formato de libélulas, corre atrás das três caixas-maternas (guardadas cada uma com os humanos, as amazonas e os atlantes) é fiasquento. A saída encontrada para ressuscitar o Super-Homem (alguém aí achou mesmo que ele iria “morrer para sempre” depois de Batman Vs Superman?) também é de um constrangimento atroz para quem exige roteiros de qualidade. As duas músicas-temas do filme não passam das boas intenções (a cantora Sigrid revive Leonard Cohen numa balada logo nos créditos iniciais e, no fim, o guitarrista Gary Clark Jr se junta ao produtor eletrônico Junkie XL em “Come Together”, dos Beatles). E a respeito do desaparecimento fantástico do bigode de Cavill... Bom.... Depois de assistir ao rosto distorcido do ator na grande tela nem é melhor comentar qualquer coisa sobre isso, tanto que ele nem aparece nas fotos oficiais de divulgação.

No equilíbrio da corda bamba que liga o desastre completo ao entretenimento “barato”, há porém uma grande sacada neste Liga Justiça e ele é o ator Ezra Miller interpretando o teraveloz Flash. Se o jovem já havia impressionado antes tanto fazendo drama (Precisamos Falar Sobre Kevin) quanto comédia (As Vantagens de Ser Invisível), ele se mostra o principal acerto neste filme. Seu personagem Barry Allen, acerta como o alívio cômico da história, sobretudo por usar o humor para ressaltar as qualidades de um Barry Allen ainda inexperiente na vida, um tanto tímido e que consegue ser bastante atrapalhado e voluntarioso ao mesmo tempo.

Se fosse um boletim de um aluno colegial, este Liga da Justiça seria aquela nota final que, depois de provas extras e um período a mais de recuperação, determinaria uma aprovação que passa raspando na nota de corte. Resta saber se como vai se dar no ano seguinte. Ou melhor, no filme seguinte (e também nas produções “individuais” que virão neste intervalo).

P.S.: Não saia da sala de cinema antes que todas as luzes estejam acesas e a tela em branco. Você vai dar uma boa risada e ainda se informar sobre novidades nos easter eggs dos créditos finais.

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