Domingo Nov 18

Warning: Division by zero in /home/storage/d/82/5a/mondobacana1/public_html/plugins/content/extranews.php on line 637

Warning: Division by zero in /home/storage/d/82/5a/mondobacana1/public_html/plugins/content/extranews.php on line 638

Warning: imagecreatetruecolor() [function.imagecreatetruecolor]: Invalid image dimensions in /home/storage/d/82/5a/mondobacana1/public_html/plugins/content/extranews.php on line 701

Warning: imageantialias(): supplied argument is not a valid Image resource in /home/storage/d/82/5a/mondobacana1/public_html/plugins/content/extranews.php on line 702

Warning: imagecopyresampled(): supplied argument is not a valid Image resource in /home/storage/d/82/5a/mondobacana1/public_html/plugins/content/extranews.php on line 703

Warning: imagejpeg(): supplied argument is not a valid Image resource in /home/storage/d/82/5a/mondobacana1/public_html/plugins/content/extranews.php on line 704

Arquivo

Rei Arthur: A Lenda da Espada

Atenção, abrir em uma nova janela. ImprimirE-mail
Twittar este Artigo

Mito medieval britânico ganha nova versão em trama que aposta na ação frenética de Guy Ritchie

Arthur (Charlie Hunnam) e a espada poderosa fincada na pedraTexto por Amanda Aouad (originalmente publicado em CinePipocaCult)

Foto: Warner/Divulgação

Guy Ritchie é um diretor com marcas muito claras. Há uma ironia própria em suas obras com inserção de situações aparentemente absurdas em ritmo frenético que sempre gera um filme, no mínimo, divertido. Por isso, chamou a atenção o anúncio de uma obra dele sobre o Rei Arthur. O resultado, no entanto, não pareceu cumprir as expectativas.

Muito já foi dito e criado em cima do mito Rei Arthur e seu reino de Camelot, com a famosa Tábula Redonda e seus cavaleiros. Ou mesmo sobre a lenda da espada Excalibur. Guy Ritchie foca na lenda da espada, o que faz o título Rei Arthur: A Lenda da Espada (King Arthur: Legend Of The Sword, Estados Unidos/Reino Unido, 2017 – Warner) não ser fiel à trama, já que vemos Arthur antes de ser rei. Um Arthur um pouco diferente do comumente visto, menos arquetípico, mais humano. E uma luta que envolve destino, magia e política de uma maneira bem curiosa.

A questão é que o tom do filme não é tão bem humorado, ainda que a montagem continue ágil. Porém, ele abusa do recurso de uma cena de narração em paralelo com a exemplificação disso, como quando Arthur é interrogado e vai sendo ilustrada sua fala. Ou quando a Maga explica a ele onde tem que ir para "domar" a Excalibur. O problema é que esse excesso de "contação" torna a narrativa maçante. É o famoso "no cinema não conte, mostre".

Isso gera também alguns problemas de imersão e aproximação com as personagens, principalmente naquele que deveria ser o momento chave do protagonista. A escolha de mesclar a jornada com a narração acaba resumindo o momento, não nos dando a construção de efeito necessária para acompanhar sua catarse.

A maneira como a magia surge na obra também tem seus pontos positivos e negativos. Há uma construção estética interessante. Com algumas cenas de efeitos especiais que envolvem os espectadores. A começar pela primeira cena com o ataque de Mordred, que aqui é um mago malvado que ataca Uther, pai de Arthur, quando este é ainda uma criança. Não é um cavaleiro da távola, nem filho de Morgana, como na maioria das histórias sobre o mito.

As cenas de batalha se dividem, então, entre as que usam magia ou não. Sendo as sem magia muito próximas aos filmes medievais em geral, com luta de espada, flechas e embates corporais ágeis e bem orquestradas. E as com magia trazendo uma atmosfera especial que impressiona visualmente. Animais são utilizados, muita névoa e jogo de luzes, sempre vermelho para o mal e azul para o bom.

Transformar o mito, sempre retratado como justo, íntegro e benevolente, em um homem cheio de dúvidas, traumas, medos e, ainda assim, bonachão era um risco. Mas é o jovem Arthur, líder de gangue de rua e tendo que sobreviver em sua realidade. O rei que se vislumbra no futuro se aproxima do mito e, talvez assim, agrade aos fãs.

A questão é que acrescentar algo ao mito já tão retratado não parece tão convincente. Parece mais do mesmo com uma nova roupagem, deixado o filme menos envolvente. Ainda que bem feito, com exceção da interpretação do jogador de futebol David Beckham, claro, que já virou piada na internet.

De qualquer maneira, é um filme que não empolga e também não irrita. Apenas parece daqueles que logo será esquecido. Uma pena, já que o diretor já provou ter capacidade para muito mais.

Artigos Relacionados:
Artigos Relacionados - Recentes:
Artigos Relacionados - Antigos:

Comentarios (2)Add Comment
0
...
escrito por Jaime Rojas, 16 de fevereiro de 2018
A escolha do elenco foi muito boa e bem-sucedida. Falar do Jude Law significa falar de uma grande atuação garantida, ele se compromete com os seus personagens e sempre deixa uma grande sensação ao espectador. Além, acho que a sua participação neste filme epico realmente ajudou ao desenvolvimento da história. Seguramente o êxito de Rei arthur deve-se a participação dele no filme.
0
...
escrito por Jaime Rojas, 16 de fevereiro de 2018
A escolha do elenco foi muito boa e bem-sucedida. Falar do Jude Law significa falar de uma grande atuação garantida, ele se compromete com os seus personagens e sempre deixa uma grande sensação ao espectador. Além, acho que a sua participação neste filme epico realmente ajudou ao desenvolvimento da história. Seguramente o êxito de Rei arthur deve-se a participação dele no filme.

Escreva seu Comentario
menor | maior

security code
Escreva os caracteres mostrados


busy

Novos Downloads

Vanilla Dreams (mb extra) Punkake
Vanilla Dreams (mb extra)
Wasabi EP (mb 93) Magaivers
Wasabi EP (mb 93)
Bunch Of Grapes (mb 92) Tangerines And Elephants
Bunch Of Grapes (mb 92)

Videos Recentes

View Video
Jack Is Only Happy When She's Up On The Stage
View Video
Arisen My Senses
View Video
When You Die
View Video
Não Fui Eu
View Video
Already Gone
View Video
E o Meu Peito Mais Aberto que o Mar da Bahia
View Video
Palmeiras ao Vento
View Video
Inocente