Monaco Beach é o resultado do compasso deliciosamente harmônico entre a voz arrebatadora e envolvente do Ramon, a afinidade quase consanguínea entre o baixo do Negão e o Negão propriamente dito, os solos delirantes do Tanaka, a divertida irreverência do teclado do Stiff e o fechamento do equilíbrio do conjunto com o rigor impecável da batida do André. E, ao longo do tempo, a experiência sensorial de cada um com a música gerou uma vastidão artística cuja individualidade eles fundem entre si com coesão e coerência. O resultado é, inquestionavelmente, a atmosfera vibrante de Monaco Beach. Música que faz flutuar, desperta lembranças e aguça os sentidos numa saborosa fusão de letras de alta categoria e sonoridade idem. A influência é múltipla: por ali, tem Vampire Weekend, Los Hermanos, The Wombats, Kings of Leon... Mas o que se destaca é a capacidade criativa de transformar as influências e a bagagem heterogênea num estilo independente que a gente ouve uma vez, e outra, e mais outra ainda, e aí aumenta o volume, porque Monaco não cansa.
Tanaka me diz, em português bem brasileiro, que a Monaco é um rock de praia meio eletrônico. Eu sorrio, involuntariamente, e volto a me concentrar na música. Não, eu digo. Monaco é um desaforo ao rock convencional, é um questionamento imperdoável ao modelo clássico de se fazer música que ninguém ousa questionar. Tão petulante que surpreende. Monaco não é só um rock meio de praia ou meio eletrônico ou meio de tudo um pouco. Monaco é um rock de vida.

A proposta de criação de uma banda com estilo musical inovador teve início com Ramon e Stiff em 2007. A partir daí, o trabalho iniciado pelos dois entrou num clima de reviravoltas durante o qual perdeu Stiff, ganhou André, recuperou Stiff e consolidou-se, enfim, com a entrada definitiva de Tanaka e Negão. Enquanto seus integrantes iam e voltavam, a ideia inicial permanecia: Construir, nota por nota, um rock diferente.
Monaco Beach é o resultado do compasso deliciosamente harmônico entre a voz arrebatadora e envolvente do Ramon, a afinidade quase consanguínea entre o baixo do Negão e o Negão propriamente dito, os solos delirantes do Tanaka, a divertida irreverência do teclado do Stiff e o fechamento do equilíbrio do conjunto com o rigor impecável da batida do André. E, ao longo do tempo, a experiência sensorial de cada um com a música gerou uma vastidão artística cuja individualidade eles fundem entre si com coesão e coerência. O resultado é, inquestionavelmente, a atmosfera vibrante de Monaco Beach. Música que faz flutuar, desperta lembranças e aguça os sentidos numa saborosa fusão de letras de alta categoria e sonoridade idem. A influência é múltipla: por ali, tem Vampire Weekend, Los Hermanos, The Wombats, Kings of Leon... Mas o que se destaca é a capacidade criativa de transformar as influências e a bagagem heterogênea num estilo independente que a gente ouve uma vez, e outra, e mais outra ainda, e aí aumenta o volume, porque Monaco não cansa.
Tanaka me diz, em português bem brasileiro, que a Monaco é um rock de praia meio eletrônico. Eu sorrio, involuntariamente, e volto a me concentrar na música. Não, eu digo. Monaco é um desaforo ao rock convencional, é um questionamento imperdoável ao modelo clássico de se fazer música que ninguém ousa questionar. Tão petulante que surpreende. Monaco não é só um rock meio de praia ou meio eletrônico ou meio de tudo um pouco. Monaco é um rock de vida.
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