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LUMIÈRE EP
Não se trata de uma banda nova, mas sim de uma nova banda. É fácil saber o porquê. Os integrantes são os mesmos desde 2006, mas muita coisa mudou. Ser o Lumière não se trata apenas de trocar o nome, trata-se de mudar uma identidade. Buscar uma sonoridade diferente, ousada, experimental, mas ao mesmo tempo agradável aos ouvidos. É desafiar os limites musicais de cada um e ver até onde vamos chegar. Onde queremos é longe e o caminho é longo, mas cada pedaço do percurso será apreciado. A ordem é se divertir.
Para não ficar só no discurso, trabalhamos muito, lapidamos idéias, experimentamos (essa é a palavra) e agora começamos a bater asas. Essas faixas são as primeiras de um novo projeto musical. Um EP todo composto via internet entre Curitiba e o Rio de Janeiro. Algumas das faixas sequer foram tocadas ao vivo. Mas isso a gente se arruma depois.
O grandprix acabou? Não. Ele cresceu, amadureceu, saiu das amarras pop e resolveu ser mais. Evoluiu. Virou o Lumière. Com isso, convidamos você a nos ouvir. Gostando ou não, o que queremos é que sejamos entendidos. Um abraço
Luiz Alberto Moura
MYSPACE
/lumieremusica
FORMAÇÃO
Luiz Alberto Moura – vocais e guitarra
Rafael Kaufmann – guitarra, baixo, vocais, programações, arranjos e viagens
Rodrigo Belmonte – baixo
Chico Torres – bateria
Pablo Cenôra - teclados e o resto
O QUE ELES DISSERAM...
>> “Achei muito legal o som. Tenho achado interessante sentir um movimento que usa as boas influências do grunge e do rock pesado dos anos 90 para finalidades mais nobres.”
Ricardo Alexandre, diretor de redação da revista Época São Paulo
>> “Me falaram que vinha falou mais alternativo, experimental. Mas lembrando do grandprix não imaginei que a mudança fosse tamanha. Bem legal o som. Bem legal mesmo!”
Luiz Pimentel, diretor de redação do portal Vírgula
>> “Gostei. Ficou bem legal! Guitarras pesadas bem hard... E legal a pegada prog e post rock de “Melhores Dias” e “Nove”...”
Kid Vinil, radialista, jornalista, DJ e músico
>> “Acho que aponta um caminho criativo mesmo. Gostei principalmente dos arranjos de guitarra. Além disso, a imprevisibilidade permitida me parece uma boa chance pra surpresas positivas.”
Carlos Gustavo Jaimovich (Jazzmo), jornalista e ex-integrante de bandas como Los Hermanos e Glamourama
>> “Depois me chamem para eu produzir próximo EP. Eu curti. A parada tá pouca coisa para ficar fodão!”
Tomás Magno, produtor e engenheiro de áudio
FOTOS
Marcelo Stammer – Curitiba Calling, 2009
Não se trata de uma banda nova, mas sim de uma nova banda. É fácil saber o porquê. Os integrantes são os mesmos desde 2006, mas muita coisa mudou. Ser o Lumière não se trata apenas de trocar o nome, trata-se de mudar uma identidade. Buscar uma sonoridade diferente, ousada, experimental, mas ao mesmo tempo agradável aos ouvidos. É desafiar os limites musicais de cada um e ver até onde vamos chegar. Onde queremos é longe e o caminho é longo, mas cada pedaço do percurso será apreciado. A ordem é se divertir.
Para não ficar só no discurso, trabalhamos muito, lapidamos idéias, experimentamos (essa é a palavra) e agora começamos a bater asas. Essas faixas são as primeiras de um novo projeto musical. Um EP todo composto via internet entre Curitiba e o Rio de Janeiro. Algumas das faixas sequer foram tocadas ao vivo. Mas isso a gente se arruma depois.
O grandprix acabou? Não. Ele cresceu, amadureceu, saiu das amarras pop e resolveu ser mais. Evoluiu. Virou o Lumière. Com isso, convidamos você a nos ouvir. Gostando ou não, o que queremos é que sejamos entendidos. Um abraço
Luiz Alberto Moura
MYSPACE
/lumieremusica
FORMAÇÃO
Luiz Alberto Moura – vocais e guitarra
Rafael Kaufmann – guitarra, baixo, vocais, programações, arranjos e viagens
Rodrigo Belmonte – baixo
Chico Torres – bateria
Pablo Cenôra - teclados e o resto
O QUE ELES DISSERAM...
>> “Achei muito legal o som. Tenho achado interessante sentir um movimento que usa as boas influências do grunge e do rock pesado dos anos 90 para finalidades mais nobres.”
Ricardo Alexandre, diretor de redação da revista Época São Paulo
>> “Me falaram que vinha falou mais alternativo, experimental. Mas lembrando do grandprix não imaginei que a mudança fosse tamanha. Bem legal o som. Bem legal mesmo!”
Luiz Pimentel, diretor de redação do portal Vírgula
>> “Gostei. Ficou bem legal! Guitarras pesadas bem hard... E legal a pegada prog e post rock de “Melhores Dias” e “Nove”...”
Kid Vinil, radialista, jornalista, DJ e músico
>> “Acho que aponta um caminho criativo mesmo. Gostei principalmente dos arranjos de guitarra. Além disso, a imprevisibilidade permitida me parece uma boa chance pra surpresas positivas.”
Carlos Gustavo Jaimovich (Jazzmo), jornalista e ex-integrante de bandas como Los Hermanos e Glamourama
>> “Depois me chamem para eu produzir próximo EP. Eu curti. A parada tá pouca coisa para ficar fodão!”
Tomás Magno, produtor e engenheiro de áudio
FOTOS
Marcelo Stammer – Curitiba Calling, 2009
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