Sábado Jul 31


L.A.B.

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Quanto tempo é preciso uma banda existir para chegar a um nível de entrosamento razoável? Uma temporada completa de shows? A gravação e lançamento de dois ou três discos? Bem, aí depende da banda. No caso do L.A.B., parece que ela já nasceu pronta, no verão de 2009.
(Marcos Bragatto, no site Rock em Geral)

Os bops e blips alternados por acordes, riffs e batidas são criações de Dan Schneider (vocal, baixo, guitarra, synths e programações), Fê Fischer (guitarra, baixo, synths e vocal) e Moa Jnr (bateria, percussão e vocal), que se juntaram para formar esse não-assumido _ pelo menos no nome _ laboratório de sons. E nele o trio se divertiu ousando, coisa rara e muito bem vinda. (Gustavo Brigatti, Jornal Zero Hora)

Entre as cinco músicas do EP de estreia, nenhuma resume tão bem o amplo leque de influências da banda, que inclui Kraftwerk, Depeche Mode e Chico Buarque - sobre a faixa Uma Vida em 8 Bits, que dá nome a matéria. (revista Rolling Stone, agosto de 2009.)
Sob a alcunha de L.A.B. – Less a Bullshit –, a recém-formada banda de Novo Hamburgo traz à tona um elaborado senso de psicodelia eletrônica futurista. Psicodelia porque cada um dos sons é longo, viajante e de extrema repetição. Eletrônica porque as melodias partem do sintético, embora cobertos por muita distorção de guitarra. Futurista porque soa o exato oposto de qualquer banda revisionista. E por mais perigoso que seja o termo, a banda faz algo efetivamente moderno, sem parecer “pra frentex”. Com letras em português, sempre em tom de melancolia disfuncional, elas são mesmo menos que uma bobagem. (Leandro Vignoli, Revista Void).

O L.A.B. é da linhagem de bandas como New Order, Eurythmics e Depeche Mode, entre outras, que usam a eletrônica a favor do rock. O som é, de fato, moderno. Sem ser moderninho. O L.A.B. é uma banda de rock de verdade que sabe muito bem dosar eletrônico e orgânico. E eles aconselham: “ao ouvir, feche os olhos quando sentir vontade. Nós também fechamos”. Olhos e ouvidos abertos, isto sim. (Marcos Bragatto, no site Rock em Geral)

Um dos maiores desafios das novas bandas é fugir dos rótulos. Apesar das influências musicais estarem presentes, ninguém gosta de ser taxado como uma banda que “parece com Beatles, com Franz Ferdinand...” E é nesta busca por uma sonoridade única que a recém formada L.A.B. aparece trazendo a subjetividade nas programações eletrônicas e nas letras, tornando as composições ricas e densas... A ousadia de compor em português e misturar indie rock com electro surpreende os ouvidos mais exigentes. (Gabriela Tellini, jornalista e produtora)
A banda faz uma espécie de synth-space-pop viajandão que nos melhores momentos soa perfeitamente cafona, classudo e moderno, ao mesmo tempo. As influências vão do post-rock ao hippiesmo oportunista e esperto do MGMT. (Claudio Szynkier, no Trama Virtual)

A banda esteve pela primeira vez em São Paulo em agosto para uma série de shows, que foram descritos por Gabriela Munin, da Tronco Produções, como “uma série incrível de 4 shows em São Paulo.”

Em setembro e outubro, termina a gravação e mixagem de seu segundo EP, ainda sem nome. Este ano ainda retorna ao centro do país, com datas já confirmadas em São Paulo, Minas Gerais, e uma tour pelo Nordeste em novembro, incluindo aí uma apresentação no já renomado Festival DoSol 2009, em Natal/RN.

Contato: www.myspace.com/labrocklab
labrocklab@gmail.com ou drschneider@sinos.net – 51 9991.0934 Danilo Schneider.

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