|
Out 19
2009
|
As Diabataz no PsychofestPostado por karen tortato | Tags: Sem Tags |
A Dani Baum novamente colaborando com o Mondo Bacana.
Entrevista e texto: Dani Baum
Dando sequência e fechando os trabalhos da Psycho Fest, eu Dani Baum, escolhi uma banda para uma entrevista oficial. Para tanto, as bruxinhas do psychobilly As Diabatz nos concederam a honra de falar um pouco sobre o seu universo, um pouco da história da banda e seus recentes trabalhos. Borá lá!
Como surgiu a banda?
Clau Sweet Zombie - A banda surgiu com o intuito de fazer algo diferente na cena psychobilly... Nós fomos nos falando sobre a possibilidade de montar a banda, a Claudia estava aprendendo a tocar o baixo, e então resolvemos nos reunir.
Claudia - É, nós fomos nos falando, eu ainda estava aprendendo a tocar baixo, mas mesmo assim resolvemos nos reunir.
Baby Rebbel - Aí já nessa primeira reunião saiu um ensaio e nossa primeira música: Psychomad Mary.
Quais as referências musicais?
Psychobilly anos 80. The Meteors, Torment, Dypsomaniaxe, Krewmen, Ricochets, etc...
Como é para vocês o fato da banda ser formada só por mulheres? Fetichismos à parte, mas na boa, isso é muito legal né?!
É muito legal, principalmente quando vemos o público assistindo de boca aberta, quase não acreditando que realmente sabemos tocar. É um grande diferencial, visto que não existem muitas bandas de psychobilly formadas só por mulheres.
O CD que eu tenho Witches Stomp, o pôrque do nome? Podem falar sobre uma ou outra faixa em especial?
Decidimos gravar nossas quatro primeiras músicas para divulgar a banda, assim surgiu a nossa demo Witches Stomp. Com ela fomos pra Espanha para tocar no maior festival de psychobilly.
A letra da faixa Witches Stomp foi baseada nas histórias da época da Inquisição quando a Igreja Católica queimava as pessoas julgadas como bruxas, com isso, relatando o dia em que elas se vingariam.
Com a nossa viagem para o Psychobilly Meeting, tivemos a oportunidade de gravar o nosso primeiro disco oficial, o Riding Through the Devil's Hill, que lançamos pela gravadora belga Drunkabilly Records.
Vocês fizeram uma turnê internacional pela Europa no início do ano, certo? Quais lugares? Querem contar um pouco sobre essa experiência?
A Psycho Samba Tour foi para divulgar o nosso cd e passou pela Alemanha, Inglaterra, Espanha, Suíça, Itália, Dinamarca, Republica Tcheca, Holanda e Bélgica. Foi a melhor experiência que já tivemos. Tocamos em lugares fantásticos, conhecemos pessoas super legais, ganhamos muita experiência de palco e ainda ficamos muito mais amigas do que antes.
Foto: Adri Vecchi de Alenncar






